O Paolo já está com 09 meses de vida e, depois de 6 meses de licença maternidade e mais 3 meses de licença prêmio, voltei ao trabalho em 13 de abril.
Paolo iniciou na escolinha, uma creche pública municipal, em 06 de abril, fazendo uma adaptação, aos poucos, durante uma semana.
A creche é muito boa e as professoras muito atenciosas, mas passadas 02 semanas, ele ficou com muita febre, diarreia e gripe, tudo junto com o nascimento do primeiro dente!
Primeiramente, o levamos no hospital de Gaspar, pois em finais de semana não encontramos pediatra na cidade. Fomos atendidos por um clínico geral, que verificou os pulmões do Paolo, com o estetoscópio, e receitou soro, remédio para evitar vômitos e antitérmico.
Passaram-se mais dois dias, de feriado de Tiradentes, e ele tomava o antitérmico e 2 horas depois continuava com febre, por isso o levamos a um hospital particular e fomos atendidos por um pediatra, que fez Raio X dos pulmões do Paolo e verificou haver catarro neles. Este médico receitou antibiótico, broncodilatador, antitérmico e outro remédio, cuja finalidade não sei, e disse:
- Recomendo que a senhora volte para o trabalho em setembro! Pois estando na creche, seu filho vai repetir esse quadro várias vezes até a chegada da primavera, o melhor é que a senhora fique com ele e que ele fique em casa!
Sabemos que o médico tem toda razão!
Eu deveria ficar em casa com meu filho, sendo mãe dele, e ao mesmo tempo sendo trabalhadora, deveria estar cuidando de minhas responsabilidades!
Fiquei refletindo sobre o privilégio que tive em poder estar com o Paolo por 9 meses, sendo remunerada para isso!
Quantas mulheres ficam pouquíssimo tempo com seus filhos.
A nutricionista que cuida de Pedro, nosso filho mais velho, sendo autônoma e tendo a renda dependendo do quanto ela própria trabalha, ou seja, não tendo salário a sua espera e somente o recurso dos atendimentos presenciais que faz, voltou ao trabalho quando sua filha estava com 15 dias!
E as trabalhadoras, em sua maioria, têm 4 meses de licença maternidade, já que 6 meses são opcionais...
Nos Estados Unidos a licença maternidade é de 15 dias! Apenas!
Diante dessas realidades, assumo que sou muito privilegiada e, apesar disso, como seria melhor para toda a sociedade que eu e todas as mães pudessem estar mais presentes na vida de seus filhos!
Paolo iniciou na escolinha, uma creche pública municipal, em 06 de abril, fazendo uma adaptação, aos poucos, durante uma semana.
A creche é muito boa e as professoras muito atenciosas, mas passadas 02 semanas, ele ficou com muita febre, diarreia e gripe, tudo junto com o nascimento do primeiro dente!
Primeiramente, o levamos no hospital de Gaspar, pois em finais de semana não encontramos pediatra na cidade. Fomos atendidos por um clínico geral, que verificou os pulmões do Paolo, com o estetoscópio, e receitou soro, remédio para evitar vômitos e antitérmico.
Passaram-se mais dois dias, de feriado de Tiradentes, e ele tomava o antitérmico e 2 horas depois continuava com febre, por isso o levamos a um hospital particular e fomos atendidos por um pediatra, que fez Raio X dos pulmões do Paolo e verificou haver catarro neles. Este médico receitou antibiótico, broncodilatador, antitérmico e outro remédio, cuja finalidade não sei, e disse:
- Recomendo que a senhora volte para o trabalho em setembro! Pois estando na creche, seu filho vai repetir esse quadro várias vezes até a chegada da primavera, o melhor é que a senhora fique com ele e que ele fique em casa!
Sabemos que o médico tem toda razão!
Eu deveria ficar em casa com meu filho, sendo mãe dele, e ao mesmo tempo sendo trabalhadora, deveria estar cuidando de minhas responsabilidades!
Fiquei refletindo sobre o privilégio que tive em poder estar com o Paolo por 9 meses, sendo remunerada para isso!
Quantas mulheres ficam pouquíssimo tempo com seus filhos.
A nutricionista que cuida de Pedro, nosso filho mais velho, sendo autônoma e tendo a renda dependendo do quanto ela própria trabalha, ou seja, não tendo salário a sua espera e somente o recurso dos atendimentos presenciais que faz, voltou ao trabalho quando sua filha estava com 15 dias!
E as trabalhadoras, em sua maioria, têm 4 meses de licença maternidade, já que 6 meses são opcionais...
Nos Estados Unidos a licença maternidade é de 15 dias! Apenas!
Diante dessas realidades, assumo que sou muito privilegiada e, apesar disso, como seria melhor para toda a sociedade que eu e todas as mães pudessem estar mais presentes na vida de seus filhos!
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