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Mostrando postagens de 2015

De atestado...

Novamente em casa. O Paolo continua dodoizinho, apesar de termos feito um tratamento com medicação, conforme a orientação médica, a virose/gripe persiste! Minha consciência não ficou tranquila de não ir trabalhar, mesmo estando de atestado! Daí disse a meu chefinho que ia fazer um levantamento dos nossos processos num site público. Abri a página pela manhã e a fechei no final da noite, pois o dia passara rapidamente, entre mamadas, sonos, refeições, banho, ..., colinhos! Encontrei-me com a realidade que todas as mães dizem, depois que vem os filhos, não nos mandamos mais. Tenho a sorte de ser servidora pública, pois muitas amigas e conhecidas não têm o mesmo privilégio, trabalhando no setor privado, deixam os filhos e filhas com a família ou algum conhecido, pois não podem parar de trabalhar para cuidar de seus rebentos! Muitos atestados significam demissão! Sim, existem exceções, bons patrões que lembram de seus próprios filhos, independente da produção que esperam das ...

Após a virose... o retorno

Fui surpreendida pelo Paolo! No caminho para a escolinha, conversei com ele, disse-lhe que o deixaria apenas pela manhã. Lembrei que as professoras são muito queridas e que gostam muito dele e de seus coleguinhas, que às 12 horas iria passar para pegá-lo, daí poderíamos almoçar juntos e, de tarde, o papai e o maninho iam brincar com ele. Deixei-o às 7 horas na creche. Cheguei carregando uma bolsa de remédios, a malinha de roupas, o bebê conforto e o Paolo; as professoras ainda não tinham chegado e uma senhora, muito atenciosa, estava cuidando dos bebês. Ela pegou o Paolo no colo, ele chorou um pouquinho, e eu saí da sala, deixando-os, e virando para olhar nosso menininho mais uma vez, o vi olhando pela janela, muito bem! Fui buscá-lo ao meio dia, ele estava alegre, apesar de não ter comido quase nada e de ter feito cocô que passou pela roupa toda... Chegando em casa, nosso filho mais velho, Pedro, estava esquentando o almoço e eu fui amamentar o Paolo, que depois veio para ...

Retorno ao trabalho e a primeira virose

O Paolo já está com 09 meses de vida e, depois de 6 meses de licença maternidade e mais 3 meses de licença prêmio, voltei ao trabalho em 13 de abril. Paolo iniciou na escolinha, uma creche pública municipal, em 06 de abril, fazendo uma adaptação, aos poucos, durante uma semana. A creche é muito boa e as professoras muito atenciosas, mas passadas 02 semanas, ele ficou com muita febre, diarreia e gripe, tudo junto com o nascimento do primeiro dente! Primeiramente, o levamos no hospital de Gaspar, pois em finais de semana não encontramos pediatra na cidade. Fomos atendidos por um clínico geral, que verificou os pulmões do Paolo, com o estetoscópio, e receitou soro, remédio para evitar vômitos e antitérmico. Passaram-se mais dois dias, de feriado de Tiradentes, e ele tomava o antitérmico e 2 horas depois continuava com febre, por isso o levamos a um hospital particular e fomos atendidos por um pediatra, que fez Raio X dos pulmões do Paolo e verificou haver catarro neles. Este médico r...

Ser Mãe

Para definir o que é ser mãe, vou lhes contar um ocorrido... Nos últimos tempos de gravidez, Por volta de maio ou junho de 2014, com dores e sem posição para dormir,  Aceitamos o convite de meus pais para pernoitar na casa deles. Já era mais de 03 horas da manhã, Eu estava no sofá, sem sono E lá veio ela, minha mãe: Maçã picadinha, num potinho de sobremesa, louça do casamento... Uma caneca de leite morninho, Tão gostoso, nem parecia ser só leite. Uma palavra de carinho,  um toque e de repente, eu não era uma senhora de 42 anos, nem minha mãe, com a altura de seus 62. Eu não tinha nem 01 ano e Ela era a mesma jovem, cheia de entusiasmo e invenções. Foi neste momento que compreendi quem desejo ser, uma mãe assim, igual a minha, a quem já xinguei tanto, com quem discuti e critiquei. Hoje só quero ser como ela, mãe dedicada a sua família, ao marido, aos filhos, às clientes do salão de beleza, tentando faze...

Existem mães e mães...

Tenho ouvido de amigos que existem mães dedicadas, que não precisam de nenhum auxílio para serem as MÃES e outras mães que mesmo com auxílio, não conseguirão dar conta do recado. Será?

Grupos de mães

Hoje recebemos a visita das amigas Arleide e Nésia. Conversando sobre a ideia de remunerar as mães para educar seus próprios filhos, Arleide questionou se as mães que não têm condições de lidar com seus próprios sentimentos saberão lidar com os sentimentos e estimular seus filhos. Diante desta indagação, fiquei pensando que não basta remunerar as mães, que temos que criar programas interligados, onde podemos formar grupos de apoio, onde as mães podem, em seu próprio local de desenvolvimento, apoiar umas as outras e trocar experiências para enfrentamento das situações cotidianas.