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Após a virose... o retorno

Fui surpreendida pelo Paolo!

No caminho para a escolinha, conversei com ele, disse-lhe que o deixaria apenas pela manhã.
Lembrei que as professoras são muito queridas e que gostam muito dele e de seus coleguinhas, que às 12 horas iria passar para pegá-lo, daí poderíamos almoçar juntos e, de tarde, o papai e o maninho iam brincar com ele.

Deixei-o às 7 horas na creche.
Cheguei carregando uma bolsa de remédios, a malinha de roupas, o bebê conforto e o Paolo; as professoras ainda não tinham chegado e uma senhora, muito atenciosa, estava cuidando dos bebês.
Ela pegou o Paolo no colo, ele chorou um pouquinho, e eu saí da sala, deixando-os, e virando para olhar nosso menininho mais uma vez, o vi olhando pela janela, muito bem!

Fui buscá-lo ao meio dia, ele estava alegre, apesar de não ter comido quase nada e de ter feito cocô que passou pela roupa toda...

Chegando em casa, nosso filho mais velho, Pedro, estava esquentando o almoço e eu fui amamentar o Paolo, que depois veio para a mesa, comer alguma coisinha com a gente. Tinha bananas fritas, que foi o que ele mais gostou e repetiu.

Depois fui deitar com ele, que mamou nos dois seios e dormiu, com o papai, até as 16 horas. Eu, não, às 13 e 10 saí para trabalhar e voltei às 17 e 30!

Encontrei os 3 meninos, pai e filhos, todos na garagem, cheios de sorrisos! O Paolo caminhando nas mãos do papai. Depois mamou, tomou banho e dormiu novamente!

A surpresa é o fato dele, Paolo, compreender tudo.
Ao conversarmos e explicarmos os porquês das coisas, ele se acalma...

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