A Fundação Getúlio Vargas divulgou os investimentos previstos para a Segurança Pública brasileira, em 2014, R$ 116,9 bilhões de reais!
Todo este investimento tem dado resultados?
Porventura temos menos crimes acontecendo?
Não será hora de parar e de avaliar a necessidade de tanto policiamento? E se tanto dinheiro não poderia ser investido nas pessoas, em prevenção?
E qual a maior prevenção à criminalidade?
Não será o investimento nas famílias?
Observando as famílias, percebemos que a maior parte das brigas se dão por falta de dinheiro, que se traduz em falta de respeito entre as pessoas.
O estudioso do comportamento humano, Maslow, já demonstrou que quando não temos nossas necessidades básicas supridas não conseguimos pensar sobre as coisas.
Nesse sentido, a política nacional do Bolsa Família é muito correta, contudo o acesso ao mundo do consumo tem despertado muitos desejos inacessíveis e planos de compra que não condizem com os ganhos das famílias!
Então, há necessidade das famílias se organizarem e quem é o cerne das famílias?
As mães! Ou as pessoas que correspondem ao papel de mãe, pois temos tantos tipos de combinações familiares hoje, que existem muitos pais, avós, tios, irmãos, que são mães, de fato!
As mães sabem como tocar o coração das crianças e jovens e resgatar o que têm de melhor dentro de si. E ainda conseguem ouvir o choro de seus filhos e ir ao encontro deles, para aliviar suas dores, ouvir seus lamentos e orientar sobre suas decisões.
Mas se as mães estiverem sempre trabalhando, quem vai aliviar as dores, ouvir os lamentos e orientar as crianças e jovens?
Quem estiver por perto, não é mesmo?
E quem está por perto sabe tomar suas próprias decisões? Tem em si o carinho e a capacidade de se colocar no lugar do outro? Tem interesse que o jovem ou a criança manifeste o melhor de si ou que se escravize?
Pois é, nossos filhos, em todas as classes sociais, estão sem a presença de quem os eduque, sem mães e sem pais, pois para nós, pais e mães, ter acesso ao consumo e ter a possibilidade de ser alguém importante no mercado de trabalho tem sido prioritário sobre estar com nossos filhos e educá-los.
Por isso inicio esta campanha, peço a todos, políticos, empresários, estrategistas de nossa sociedade, que despertem seu coração para a carência de nossos filhos, carência que não é financeira, carência de carinho e atenção, e que permitam a disponibilidade de tempo para que pais e mães possam exercer seu papel de amar e educar os próprios filhos! Especialmente, as mães!
REMUNEREM AS MÃES!!!! PARA FAZEREM O MAIS IMPORTANTE PAPEL SOCIAL: AMAR E EDUCAR SEUS PRÓPRIOS FILHOS E FILHAS!
Todo este investimento tem dado resultados?
Porventura temos menos crimes acontecendo?
Não será hora de parar e de avaliar a necessidade de tanto policiamento? E se tanto dinheiro não poderia ser investido nas pessoas, em prevenção?
E qual a maior prevenção à criminalidade?
Não será o investimento nas famílias?
Observando as famílias, percebemos que a maior parte das brigas se dão por falta de dinheiro, que se traduz em falta de respeito entre as pessoas.
O estudioso do comportamento humano, Maslow, já demonstrou que quando não temos nossas necessidades básicas supridas não conseguimos pensar sobre as coisas.
Nesse sentido, a política nacional do Bolsa Família é muito correta, contudo o acesso ao mundo do consumo tem despertado muitos desejos inacessíveis e planos de compra que não condizem com os ganhos das famílias!
Então, há necessidade das famílias se organizarem e quem é o cerne das famílias?
As mães! Ou as pessoas que correspondem ao papel de mãe, pois temos tantos tipos de combinações familiares hoje, que existem muitos pais, avós, tios, irmãos, que são mães, de fato!
As mães sabem como tocar o coração das crianças e jovens e resgatar o que têm de melhor dentro de si. E ainda conseguem ouvir o choro de seus filhos e ir ao encontro deles, para aliviar suas dores, ouvir seus lamentos e orientar sobre suas decisões.
Mas se as mães estiverem sempre trabalhando, quem vai aliviar as dores, ouvir os lamentos e orientar as crianças e jovens?
Quem estiver por perto, não é mesmo?
E quem está por perto sabe tomar suas próprias decisões? Tem em si o carinho e a capacidade de se colocar no lugar do outro? Tem interesse que o jovem ou a criança manifeste o melhor de si ou que se escravize?
Pois é, nossos filhos, em todas as classes sociais, estão sem a presença de quem os eduque, sem mães e sem pais, pois para nós, pais e mães, ter acesso ao consumo e ter a possibilidade de ser alguém importante no mercado de trabalho tem sido prioritário sobre estar com nossos filhos e educá-los.
Por isso inicio esta campanha, peço a todos, políticos, empresários, estrategistas de nossa sociedade, que despertem seu coração para a carência de nossos filhos, carência que não é financeira, carência de carinho e atenção, e que permitam a disponibilidade de tempo para que pais e mães possam exercer seu papel de amar e educar os próprios filhos! Especialmente, as mães!
REMUNEREM AS MÃES!!!! PARA FAZEREM O MAIS IMPORTANTE PAPEL SOCIAL: AMAR E EDUCAR SEUS PRÓPRIOS FILHOS E FILHAS!
Eu, Pedro e Paolo, fotografados pelo papai, Elmar, em dezembro de 2014!
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